domingo, 12 de setembro de 2010

Jornada Mundial da Juventude de Madri renovará a Igreja.

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Madri não será um evento pontual, mas renovará toda Igreja, assegura o responsável pela Seção de Jovens do Conselho Pontifício para os Leigos.

Em virtude deste cargo, o sacerdote francês Eric Jacquinet está dando seguimento a partir do Vaticano à preparação dessa JMJ, que acontece em agosto de 2011.

Nesta entrevista concedida a ZENIT, ele reflete sobre a mensagem que o Papa acaba de dirigir aos jovens por ocasião da JMJ, que terá como tema “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé” (cf. Colossenses 2, 7).

ZENIT: O Papa escreveu uma encíclica sobre a caridade e uma sobre a esperança. Por que
decidiu agora discutir com os jovens o tema da fé?

Padre Eric Jacquinet: O Papa presta muita atenção na situação dos jovens no contexto atual. Sabe que a juventude é um período caracterizado por grandes aspirações. Nesse sentido, oferece um testemunho pessoal muito impactante, nesta mensagem, recordando sua própria juventude, sua aspiração a uma vida grande e bela, em momentos da ditadura do nacional-socialismo. Agora, constata que muitos jovens estão desiludidos e sem pontos de referência para edificar suas vidas. E o Santo Padre está convencido de que é o resultado de uma cultura ocidental marcada por três males: o eclipse do sentido de Deus, o relativismo e o niilismo. Como resposta, o Papa oferece aos jovens uma visão positiva da existência, baseada na fé em Deus.

ZENIT: Como o Papa articula esta proposta?

Padre Eric Jacquinet: Para falar da fé, o Papa utiliza duas imagens presentes no tema: a da árvore enraizada e a da casa edificada sobre o cimento. Assim como a árvore precisa de raízes para viver e resistir à intempérie, do mesmo modo o Papa convida os jovens a encontrar em Cristo o manancial de sua vida. E assim como a casa só é sólida se se funda em cimento estável, do mesmo modo nossas vidas só se edificam de maneira duradoura sobre a Palavra de Deus, acolhida com a Igreja. A fé na Palavra de Cristo é, portanto, o antídoto para os venenos do eclipse de Deus, do relativismo e do niilismo, com seu conjunto de consequências negativas para a vida dos jovens. O Papa os convida a entrar em comunhão profunda com Cristo, em quem encontrarão vida.

ZENIT: Qual é, segundo o senhor, o ponto chave desta mensagem do Papa aos jovens do mundo?

Padre Eric Jacquinet: O tema da JMJ de Madri está tomado da carta de Paulo aos Colossenses, pois estes também estavam contaminados por filosofias religiosas que desviavam os cristãos do Evangelho. O Papa constata que nos encontramos na mesma situação. Uma corrente laicista quer excluir Deus da vida pública e correntes religiosas anunciam uma felicidade sem Cristo. Como fazia São Paulo, o Papa recorda que o caminho da felicidade passa pela salvação da Cruz de Cristo e que as demais propostas não são mais que ilusões. Bento XVI leva, portanto, os jovens a encontrar Cristo na Cruz, com palavras muito fortes: “a cruz frequentemente nos dá medo, porque parece ser a negação da vida. Na realidade, é o contrário. É o ‘sim’ de Deus ao homem, a expressão máxima de seu amor e a fonte de onde emana a vida eterna [...]. Por isso, quero convidar-vos a acolher a cruz de Jesus, sinal do amor de Deus, como fonte de vida nova”. Depois, mostrará como o apóstolo Tomé, que nos representa muito bem, passou da dúvida à fé em Cristo morto e ressuscitado.

ZENIT: Como os jovens podem colocar em prática durante este ano os ensinamentos do Papa?

Padre Eric Jacquinet: Durante todo este ano, os jovens são convidados a se reunir em grupos pequenos, em suas paróquias, capelanias, movimentos, grupos de oração, para meditar esta carta. Por que não se lê um parágrafo por mês, pedindo a cada jovem que reflita com antecedência sobre algumas perguntas para deixar espaço depois a um momento de partilha?

ZENIT: Em 2010, a JMJ celebra seus 25 anos. Quais são seus frutos?

Padre Eric Jacquinet: São numerosos. Antes de tudo, para os jovens, são um lugar de experiência espiritual, de descoberta da presença de Cristo vivo. Por outro lado, é uma experiência eclesial muito forte. Encontramos jovens católicos, solidamente enraizados em Cristo, procedentes do mundo inteiro. Os sacerdotes e bispos (que oferecerão as catequeses) também se aproximam dos jovens. Isso reforça consideravelmente o laço dos jovens com Cristo e com a Igreja. E mostra ao mundo uma imagem renovada e bela da Igreja. De fato, as JMJ existem porque há jovens que se comprometem. Estes jovens depois continuam seu compromisso na Igreja. As JMJ têm gerado um grande número de vocações consagradas e sacerdotais. Por último, pode-se dizer que, para o país de acolhida, a JMJ é uma grande bênção. Dado que exige o compromisso de todas as realidades eclesiais, a JMJ é a oportunidade para uma renovação profunda da Igreja, das paróquias, dos grupos de jovens, no país de acolhida.

ZENIT: Às vezes se diz que as JMJ são um acontecimento pontual, sem projeção posterior. Que pensa?

Padre Eric Jacquinet: No Evangelho, os encontros dos discípulos com o Ressuscitado são acontecimentos pontuais, de duração curta, mas que no entanto mudaram a vida dos discípulos e deram frutos para a história do mundo. Pode acontecer o mesmo com alguns acontecimentos eclesiais, como é a JMJ. Além disso, cada JMJ não é um simples acontecimento de cinco dias. É um processo que se desenvolve em um ou dois anos de preparação e que depois dá frutos, se se sabe colher. Em geral, pode-se dizer que durante estes 25 anos as JMJ têm contribuído realmente para a formação de novas gerações de católicos, pessoas que hoje estão comprometidas na Igreja e na sociedade. E isso tem um impacto mensurável em alguns lugares.

ZENIT: Como se desenvolverá a JMJ de Madri?

Padre Eric Jacquinet: A abertura será na terça-feira, 16 de agosto, com uma missa presidida pelo arcebispo de Madri, cardeal Antonio María Rouco Varela. O Papa chegará na quinta-feira, 18 de agosto. Pelas manhãs de quarta, quinta e sexta-feira, haverá as catequeses, em cerca de 300 locais, por grupos linguísticos. Na sexta-feira, acontece a Via-Sacra, que sem dúvida será muito emocionante, como em cada ocasião. O festival da juventude irá propor atividades culturais (exposições, espetáculos, debates, encontros) todas as noites. O sábado à noite será o momento da grande vigília e no domingo acontece a missa de encerramento. Não haverá tédio!

ZENIT: Como se inscrever?

Padre Eric Jacquinet: É muito simples. A página oficial – http://www.madrid11.com – permite se inscrever em grupos desde julho. A ideia é alentar todos os jovens a unirem-se a um grupo, ali onde estão, para viajar juntos. Pode ser um grupo da paróquia ou da diocese. Também há movimentos, comunidades e associações que propõem viajar com eles. Estes grupos propõem uma primeira escala em uma diocese espanhola, nos dias precedentes à JMJ, para participar de um primeiro encontro, acolhidos nas paróquias e famílias, até 15 de agosto. Todos os grupos se dirigem depois para Madri.

domingo, 5 de setembro de 2010

Sob comando do PT, Foro de São Paulo celebra censura à imprensa.

Há veículos de comunicação e, sobretudo, jornalistas que exigem umas chicotadas para acordar. Sem isso, dormem o sono dos tolos. Alguns consideraram excessivo o discurso do tucano José Serra no seminário da ANJ, em que acusou as muitas tentativas do governo de censurar a imprensa.

Pois bem. Leiam o que segue, volto em seguida:

Foro de São Paulo celebra iniciativas que aumentam controle da imprensa

Por Gustavo Hennemann, na Folha Online:

O Foro de São Paulo, que reúne partidos da esquerda latino-americana sob a liderança do PT, encerrou hoje seu 16º encontro, em Buenos Aires, celebrando iniciativas de governos da região que tentam aumentar o controle do Estado no setor de comunicação social.

Segundo a resolução aprovada pelo grupo, a lei de mídia aprovada na Argentina em 2009 –hoje suspensa pela Justiça– deve ser uma “referência imprescindível” para os demais países.
Além de dividir as concessões igualmente entre o Estado, movimentos sociais e o setor privado, a lei argentina obriga o Grupo Clarín –maior do país– a se desfazer de licenças de transmissão de TV e rádio.

A norma contribui para a “pluralidade e diversidade de vozes”, segundo o Foro, e demonstra que o Estado deve ter um papel de protagonista na política do setor e precisa “colocar limites na concentração dos meios”.

O Foro também destacou que setores sociais do Brasil, da Argentina e do Paraguai conseguiram levantar dúvidas sobre a “credibilidade dos grandes meios de comunicação” e que isso resultou em menores níveis de venda e audiência no caso de jornais impressos e da TV.
Ao reiterar seu apoio total à Revolução Cubana, o grupo também “denunciou uma feroz campanha midiática” contra o país caribenho que tenta provocar o descrédito das autoridades do regime comandado por Raúl Castro.

Fundado em São Paulo, em 1990, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo então líder do governo cubano Fidel Castro, o Foro conseguiu articular a esquerda do continente. Juntos, os partidos se transformaram em uma frente de contestação à onda neoliberal instaurada na última década.

Hoje, partidos que integram o Foro governam 11 países da América Latina e têm diferentes propostas de modelo econômico e político. Enquanto uns querem implantar o modelo socialista semelhante ao de Cuba, outros defendem regimes mais igualitários, mas sem a extinção do mercado.

Durante o encontro realizado na Argentina, o secretário-executivo do Foro e dirigente do PT, Valter Pomar, leu uma carta enviada pelo presidente Lula aos participantes do evento.
Além de comemorar os avanços da esquerda no continente, Lula criticou a “direita que foi apeada do poder pela vontade popular”.

Na declaração final, o Foro registrou que “demonstra satisfação” por ver a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff liderando as pesquisas de intenção de voto.
ComentoComeço dando uma dica ao repórter. Não estrague seu texto, rapaz, reafirmando as mentiras que alguns dizem sobre si mesmos para tentar lavar a própria biografia. É uma besteira afirmar que o Foro de São Paulo foi criado em 1990 como “frente de contestação à onda neoliberal instaurada na última década” - “última” certamente quer dizer, no texto, “anterior”.
Não é isso, não, viu Hennemann? Leia os documentos do Foro e verá que ele foi criado como uma resposta das esquerdas ao colapso da União Soviética. Elas concluíram que precisavam se unir contra o que chamavam “Poder Único” - os EUA.

Na América Latina, a entidade pretendeu substituir a Internacional Comunista. E, de certo modo, foi bem-sucedida.

O PT é hoje a principal força do Foro, condição adquirida com a chegada de Lula ao poder e com a importância que o partido tem hoje no aparelho de estado no Brasil.

Não se deve confundir o grupo com uma associação lítero-musical. Ele coordena estratégias de tomada e manutenção de poder no continente. Como o próprio Lula faz questão de destacar, seus “associados” governam hoje 11 países - cada um com a sua própria tática, mas todos sempre repudiando o entendimento que o mundo democrático tem da… democracia! Isso explica a ação absurda empreendida por Venezuela, Brasil e El Salvador para tentar reinstalar o golpista Manuel Zelaya na Presidência de Honduras.

No que concerne a imprensa, resta evidente que as ações de intimidação e censura já não são uma “pauta nacional”. Há um movimento nesse sentido na América Latina, e o Foro a coordena. Sob o pretexto da “democratização” - linguagem que o casal Kirchner emprega na Argentina -, busca-se subordinar a imprensa ao controle do estado e de grupos de pressão ligados a partidos - justamente aqueles representados na entidade.

Eles são assim mesmo. Num dia, Franklin Martins emite uma nota repudiando a acusação de que governo e PT tentam censurar a imprensa. No seguinte, o partido comanda uma espécie de convocação em favor da censura na América Latina.

Por Reinaldo Azevedo

A ÚNICA IGREJA VERDADEIRA.

Cristo só fundou uma única Igreja Diz Cristo: "Sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" (Mt 16,18). “Se não escutar a Igreja, seja ele para ti como gentio e publicano" (Mt 18,17). Cristo fala de um único rebanho e de um só pastor (Jo 10,16), de uma única videira (Jo 15), do reino dos céus na terra (Mt 13,24.47). Os Apóstolos falam de uma única Igreja, que Cristo amou e pela qual se entregou (Ef 5, 25.27.32), de um único corpo de Cristo (l Cor 12,20; Cl 1,18), de uma só esposa (Ap 21,9). Os coríntios se tinham dividido em partidos.São Paulo exclama: "Estará por ventura Cristo dividido?" (l Cor 1,13).

Comenta Clemente de Alexandria: "Há um só Pai de todos, um único Verbo para todos e um só Espírito Santo que está em toda parte. E há, outrossim, uma só e única virgem mãe que eu chamo a Igreja".

A Igreja de Cristo é a Igreja Católica Jesus Cristo, Nosso Salvador, fundou apenas uma Igreja, não várias, como é desejo dos hereges. Ele fundou a Igreja Católica Apostólica Romana: "Cabe ao Filho realizar, na plenitude dos tempos, o plano de salvação de seu Pai. este é o motivo de sua missão. O Senhor Jesus iniciou sua Igreja pregando a Boa Nova, isto e, o advento do Reino de Deus prometido nas Escrituras havia séculos" (Catecismo da Igreja Católica, 763).

Os pastores evangélicos, em geral, costumam apontar o dedo para o próprio peito dizendo serem eles a "pedra" sobre a qual Cristo Jesus fundou a Sua Igreja; outros bem mais "cultos" e "místicos", dizem que a "Igreja" está dentro do coração, e aquele que "aceitar" Jesus, pertence à Igreja de Nosso Senhor.

São Cipriano que não era herege, ambicioso nem enganador diz: "Cristo edifica a Igreja sobre Pedro. Encarrega-o de apascentar-lhe as ovelhas.

A Pedro é entregue o primado para que seja uma Igreja e uma cátedra de Cristo. Quem abandona a cátedra de Pedro, sobre a qual foi fundada a Igreja, não pode pensar em pertencer à Igreja de Cristo" (De un. Eccl. cap. IV);

"Pedro é o vértice, o chefe dos Apóstolos" (I Concílio de Nicéia).

Por mais que os hereges gritem, apontem o dedo e mentem, não dá para enganar aquele católico bem instruído; só escorregam em suas salivas, aqueles que se dizem católicos e que vivem às margens da Igreja:

Quando Jesus Cristo diz: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei A MINHA IGREJA, e as portas do inferno não prevalecerão contra ELA” (Mt 16, 18) a que Igreja se refere?
Não é ao Protestantismo, nem a nenhuma Igreja protestante em particular, porque as Igrejas protestantes só começaram a existir no século XVI. Refere-se, sem dúvida alguma, à IGREJA CATÓLICA; é fácil demonstrá-lo. Logo nos inícios da Igreja, os seguidores de Cristo foram designados com o nome de cristãos. Assim podiam distinguir-se dos filósofos pagãos e dos judeus ou seguidores da sinagoga. Este nome de cristãos como se sabe, já vem na própria Bíblia, e tal denominação começou em Antioquia: “em Antioquia é que foram os discípulos denominados CRISTÃOS, pela primeira vez” (At 11, 26),

“Então Agripa disse a Paulo: Por pouco me não persuade a fazer-me CRISTÃO” (At 26, 28). “Se padece como CRISTÃO, não se envergonhe; mas glorifique a Deus neste nome” (1Pd 4, 16).

Aconteceu, porém que, tão logo a Igreja começou a propagar-se, começaram a aparecer os hereges, seguindo doutrinas diversas daquela que tinha sido recebida dos Apóstolos, mas tomando o nome de cristãos, pois também criam em Cristo e d’Ele se diziam discípulos.
Era preciso, portanto, um novo nome para designar a verdadeira Igreja, distinguindo-a dos hereges. E desde tempos antiquíssimos, desde os tempos dos Apóstolos, a Igreja começou a ser designada como IGREJA CATÓLICA, isto é, UNIVERSAL, a Igreja que está espalhada por toda a parte, para diferençá-la dos hereges, pertencentes à igrejinhas isoladas que existiam aqui e acolá.

Assim é que já Santo Inácio de Antioquia, que foi contemporâneo dos Apóstolos, pois nasceu mais ou menos no ano 35 da era cristã e, segundo Eusébio de Cesaréia no seu Chrónicon, foi bispo de Antioquia, entre os anos 70 e 107, já Santo Inácio nos fala abertamente da Igreja Católica, na sua Epístola aos Esmirnenses:

“Onde comparecer o Bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que, onde estiver Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA” (Epístola aos Esmirnenses c 8, 2). Outro contemporâneo dos Apóstolos foi São Policarpo, bispo de Esmirna, que nasceu no ano 69 e foi discípulo de São João Evangelista.

Quando São Policarpo recebeu a palma do martírio, a Igreja de Esmirna escreveu uma carta que é assim endereçada:

“A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna à Igreja de Deus que peregrina em Filomélio e a todas as paróquias da IGREJA SANTA E CATÓLICA em todo o mundo”. Nessa mesma Epístola se fala de uma oração feita por São Policarpo, na qual ele “fez menção de todos quantos em sua vida tiveram trato com ele, pequenos e grandes, ilustres e humildes, e especialmente de toda a IGREJA CATÓLICA, espalhada por toda a terra” (c. 8). O Fragmento Muratoriano que é uma lista feita no segundo século, dos livros do Cânon do Novo Testamento fala em livros apócrifos que “não podem ser recebidos na IGREJA CATÓLICA.

São Clemente de Alexandria (também do século segundo) responde à objeção dos infiéis que perguntam: “como se pode crer, se há tanta divergência de heresias, e assim a própria verdade nos distrai e fatiga, pois outros estabelecem outros dogmas?”

Depois de mostrar vários sinais pelos quais se distingue das heresias a verdadeira Igreja, assim conclui São Clemente: “Não só pela essência, mas também pela opinião, pelo princípio pela excelência, só há uma Igreja antiga e é a IGREJA CATÓLICA. Das heresias, umas se chamam pelo nome de um homem, como as que são chamadas por Valentino, Marcião e Basílides; outras, pelo lugar donde vieram, como os Peráticos; outras do povo, como a heresia dos Frígios; outras, de alguma operação, como os Encratistas; outras, de seus próprios ensino, como os Docetas e Hematistas". (Stromata 1.7. c. 15).

O mesmo argumento podemos formular hoje, "há uma só Igreja que vem do princípio": é a IGREJA CATÓLICA.

As seitas protestantes, umas são chamadas pelos nomes dos homens que as fundaram, ou cujas opiniões seguem, como: Luteranos (de Lutero), Calvinistas (de Calvino), Zuinglianos (de Zuínglio), etc.

Outras, do lugar donde vieram: Igreja Livre Evangélica Sueca, Irmão de Plymouth;Outras, de um povo: Anglicanos (da Inglaterra), Irmãos Moravos (da Morávia);

No século III, Firmiliano, bispo de Capadócia, diz assim: “Há uma só esposa de Cristo que é a IGREJA CATÓLICA”. (Ep. De Firmiliano nº 14).

Na história do martírio de São Piônio (morto em 251) se lê que Polemon o interroga:— Como és chamado?— Cristão.— De que igreja?— Católica. (Ruinart. Acta martyrum pág. 122 nº 9).

São Frutuoso, martirizado no ano 259, diz: é necessário que eu tenha em mente a IGREJA CATÓLICA, difundida desde o Oriente até o Ocidente”. (Ruinart. Acta martyrum pág 192 nº 3).

Lactâncio, convertido ao cristianismo no ano 300, diz: “Só a IGREJA CATÓLICA é que conserva o verdadeiro culto. Esta é a fonte da verdade; do qual se alguém sair, está privado da esperança de vida e salvação eterna” (Livro 4º cap. III).

São Paciano de Barcelona (morto no ano 392) escreve na sua epístola a Simprônio: “Como, depois dos Apóstolos, apareceram as heresias e com nomes diversos procuram cindir e dilacerar em partes aquela que é a rainha, a pomba de Deus, não exigia um sobrenome o povo apostólico, para que se distinguisse a unidade do povo que não se corrompeu pelo erro? Portanto, entrando por acaso hoje numa cidade populosa e encontrando marcionistas, apolinarianos, catafrígios, novacianos e outros deste gênero, que se chamam cristãos, com que sobrenome eu reconheceria a congregação de meu povo, se não se chamasse CATÓLICA? (Epísola a Simprônio nº 3). E mais adiante, na mesma epístola: “Cristão é o meu nome; CATÓLICO, o sobrenome” (idem nº 4).

São Cirilo de Jerusalém (do mesmo século IV) assim instruiu os catecúmenos “Se algum dia peregrinares pelas cidades, não indagues simplesmente onde está a casa do Senhor, porque também as outras seitas de ímpios e as heresias querem coonestar com o nome de casa do Senhor, as suas espeluncas; nem perguntes simplesmente onde está a igreja, mas onde está a IGREJA CATÓLICA; este é o NOME PRÓPRIO desta SANTA MÃE de todos nós, que é também a ESPOSA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO” (Instrução Catequética c. 18; nº 26).

Santo Agostinho (do séc V) dizia: “Deve ser seguida por nós aquela religião cristã, a comunhão daquela Igreja que é a CATÓLICA, e CATÓLICA, é chamada não só pelos seus, mas também por todos os seus inimigos” (Verdadeira religião c 7; nº 12).

E quando o Concílio de Constantinopla, no ano de 381, colocou, no seu Símbolo estas palavras: “Cremos na Igreja Una, Santa, CATÓLICA e Apostólica”, isto não constituía novidade alguma, pois já desde tempo antiquíssimo, se vinha recitando no Credo ou Símbolo dos Apóstolos: creio na Santa Igreja CATÓLICA.

Vemos, portanto, na história do Cristianismo, o contraste evidente entre aquela igreja que veio desde o princípio e logo se espalhou por toda a parte (Ide, pois, e ensinais todas as gentes – Mt 28, 19) e que desde o começo foi chamada CATÓLICA, segundo o que acabamos de demonstrar, e as heresias que foram aparecendo no decorrer dos séculos, discordando deste ou daquele ponto, inventadas por um homem qualquer, mas todas levadas de vencida pela Igreja, pois ou desapareceram por completo ou ficaram reduzidas em número de adeptos que logo mergulharam no esquecimento.

Chega esta Igreja ao séc. XVI. Aparece então Martinho Lutero, pretendendo afirmar que esta Igreja está completamente afogada no erro e é preciso fazer uma reforma doutrinária. Queremos aqui fazer apenas uma pergunta ao “inspirado” e “esclarecido” Lutero:

“Como é que Cristo deixou durante tantos séculos a sua Igreja mergulhada completamente no erro, e só no séc. XVI fez aparecerem os “inspirados” e “esclarecidos” doutrinários da verdade: Onde está a Providência Divina com relação à obra de Deus que é a sua Igreja?

Se tal desastre se tivesse verificado, então teria falhado completamente a promessa de Cristo:
“E as portas do inferno não prevalecerão CONTRA ELA” (Mt 16, 18).

“Nem toda a água do rio Elba daria lágrimas bastante para chorar a desgraça da Reforma” (Melanchton, amigo de Lutero)" (Lúcio Navarro, Legítima Interpretação da Bíblia).

Católico, tampe os ouvidos diante dos uivos dos lobos que trabalham furiosamente para arrancar-te do seio da Verdadeira Igreja, não lhes dê ouvidos, mas lembre-se com freqüência de que Cristo Jesus é o Santo Fundador da Única Igreja, e por mais que lancem pedras sobre ela, jamais a destruirão: "Cristo é o único Senhor da Igreja. Ela lhe pertence, pois é ele quem a edifica. É Pedro, porém, quem lhe guarda as chaves - para abrir - fechar - cerrar - excluir. Inimigos ardilosos, que a não conseguiram suplantar em campo aberto - tentarão - introduzir-se à socapa em seu seio, procurando combatê-la e destruí-la pelo interno" (Alfred Barth, Enciclopédia Catequética, Vol. II).

Ame, sirva e defenda a Igreja Católica, Cristo Jesus deu a vida por ela: "Com a vitória da cruz, ele adquiriu para si o poder e o domínio sobre todas as gentes" (Santo Tomás de Aquino, Summa Theol., III, 42, 1),

Aquele que, feito homem, se tornara cabeça e senhor da humanidade, ora resgatou seu povo com seu Sangue - libertou-o - remiu-o - fê-lo seu. O véu do templo - a antiga aliança - rasgou-se" (Leão I, Serm., 68, 3),

"Amem esta Igreja, sejam essa Igreja, fiquem na Igreja! E amem o Esposo!" (Santo Agostinho).

Fora da Igreja Católica não há salvação:

“Apoiado na Sagrada Escritura e na Tradição, (o Concílio) ensina que esta Igreja peregrina é necessária para a salvação. O único mediador e caminho da salvação é Cristo, que se nos torna presente em seu Corpo, que é a Igreja. Ele, porém, inculcando com palavras expressas a necessidade da fé e do batismo, ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo, como que por uma porta. Por isso não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja Católica foi fundada por Deus por meio de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disso não quiserem nela entrar ou nela perseverar” (Catecismo da Igreja Católica, 846).

Pe. Divino Antônio Lopes

As três das mais antigas perguntas da humanidade.

"O Senhor é o Deus da sabedoria" (1 Sm 2,3).

"Da boca do Senhor Deus vem a resposta" (Pr 16,1).

O livro de Jô é um dos mais antigos da Sagrada Escritura. Nele estão contidas três das mais antigas perguntas que as pessoas fazem sobre Deus e a eternidade.

A primeira: “Quem me dera se eu soubesse onde encontrá-lo!” (Jô 23,3).

A segunda: “Como se justificaria o homem diante de Deus?”. (Jô 9,2).

A terceira: “Morrendo o homem, porventura tornará a viver?” (Jô 14,14).

Tais questionamentos só podem ser respondidos por Deus. O pensamento humano não nos leva a lugar nenhum, pois é totalmente inútil para alcançar os desígnios divinos.

O filósofo alemão Karl Jaspers disse sobre a razão humana: “Estamos à mercê de acontecimentos que não estão em nossas mãos”.

Sobre quem Jó falava quando suspirou as palavras acima? Sobre o próprio Deus. Desde que foi separado do Criador pelo pecado, o ser humano se esforça para encontrá-lo.

As religiões são expressões claras desse desejo.

Cada indivíduo possui capacidade mental para concluir a partir das obras visíveis e maravilhosas da criação que existe um Criador invisível (Rm 1,20) Na criação, Deus revelou Sua existência, Seu poder e glória; mas para que O encontremos, é necessário que Ele mesmo Se revele a nós.

A revelação de Deus como um ser de luz e de amor é obtida não na criação, mas em outro lugar. Todas as três perguntas feitas por Jó são respondidas na Pessoa de Jesus Cristo. A resposta definitiva em relação a Deus está na encarnação de Cristo: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou”. (Jo 1,18).

O que as diversas religiões não podem fazer, o Senhor Jesus fez em Pessoa. Ele veio da presença de Deus para revelar Deus.

Portanto, se você deseja saber quem Deus é, analise as palavras, a vida e a morte de Jesus Cristo. Elas são lentes pelo qual podemos contemplar e grandeza, a graça e o amor de Deus.

“A prova de que Deus nos ama e que Cristo morreu por nós, quando éramos ainda pecadores”.

“Por Cristo não só tivemos acesso pela fé, mas a graça pelo qual estamos firmes”(Rm 5:1,2,8).

Escreve Santo Agostinho o ‘Doutor da Graça’: “A maior graça é esta: não que fomos criados homens por obra do Verbo, mas que nos tornamos cristãos por obra do Verbo encarnado”.

Quando alguém reconhece que Deus existe e que ele é santo, surge obrigatoriamente a pergunta que Jô fez no versículo do seguinte questionamento: “Como se justificaria o homem para com Deus?” Ou, em outras palavras, como pode um ser humano culpado estar na posição de justo diante da presença de Deus?

Muitos tentaram responder essa questão. Em geral todas as respostas podem ser resumidas no conceito das “obras de justiça”.

As pessoas tentam fazer o máximo de boas obras para atingir um nível de justiça que atenda ao padrão divino. Mas a palavra de Deus afirma claramente: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3,23). Boas obras não podem remover um único pecado sequer. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2,8-9).

Então não há resposta para essa pergunta? Tudo é incerto? De forma alguma! A morte e ressurreição de Jesus Cristo são as respostas para o problema da nossa justiça diante de Deus. Somente sobre essa base é que Deus pode justificar um pecador. Não há qualquer outro modo.

Se Deus fosse simplesmente ignorar o pecado, Ele se contradiria. Em sua morte sacrificial na cruz do calvário, Jesus Cristo suportou o julgamento do pecado, a punição pela nossa culpa. Essa obra de expiação executada com perfeição satisfez todas as justas exigências de Deus em relação ao pecado. Portanto, Ele pode declarar como justo todo aquele que crê no senhor Jesus e em sua obra.

“Só podem ser justificador gratuitamente, pela graça de Deus em virtude da redenção no Cristo Jesus” (Rm 3,24).

Afirma Santo Agostinho: “Ante omne meritum est gratia (a graça vem antes de qualquer mérito) ”. Diz mais: “A misericórdia de Deus os precede segundo a graça, não segundo a dívida”.

A terceira pergunta que intriga os seres humanos desde os primórdios é sobre a vida após a morte. O pensamento de todos os povos é caracterizado por uma consciência de que a morte não é o fim de todas as coisas.

A mitologia antiga e o conteúdo de muitos túmulos descobertos pelos arqueólogos testificam que as pessoas das eras remotas acreditavam na vida após a morte. As doutrinas da reencarnação e a transmigração da alma não são novidades; constam das evidências descobertas na cultura das mais antigas civilizações. O homem esteve ocupado desde início com a questão da vida após a morte, pois Deus “pôs a eternidade no coração do homem” (Eclesiásticos 3,11).

No entanto, sem Deus, não há resposta satisfatória. Aqui também somente a divina revelação nos fará conhecer a verdade. A Bíblia faz duas importantes declarações acerca deste tema:
1- Existe vida após a morte! “E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio”. Essas foram palavras de Jesus Cristo em Lucas 16,19-23.

2- A decisão acerca de nosso destino eterno tem, muito haver com a nossa abertura para graça de Cristo e a nossa vivência da justiça do Reino de Deus (Mt 5,19.20; 16,24-27).

Que ninguém se engane! Hoje é o dia para uma decisão sobre onde cada um de nós irá passar eternidade. “Na verdade, na verdade vós digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna”, disse o Filho de Deus (Jo 6,47).

Viver no tempo é morrer continuamente. Só a eternidade é vida. É a felicidade para sempre. Diz Santo Agostinho: “Devemos amar aquele por meio do qual tempo foi criado se quisermos ser libertados do tempo e mergulhado na eternidade”.

“O Senhor Deus vai brilhar sobre seus filhos e eles reinarão por toda a eternidade” (Ap 22,5).

Vale apena ser cristão de verdade para está com a Santissima Trindade para sempre nas mansões celestiais!



Pe. Inácio José do Vale, Professor de História da Igreja
Pregador de Retiros Espirituais, Especialista em Ciências Social da Religião

E-mail: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Conheça mais do futuro Senador Carlos Dias.

Carlos Dias - Senador (PTdoB) no. 700
Dep.Estadual de 1999 a jan/2003. Atuou presidindo ou como membro efetivo nas Comissões Permanentes de: Economia, Comércio e Turismo; Educação, Esporte e Cultura; Ciência e Tecnologia; Trabalho e Seguridade Social. Secret.Municipal de Trabalho e Renda do Município do RJ em 2001. Membro do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro de Maio de 2007 a Maio de 2008. Diretor Inter. de Infraestrutura da Câmara de Comércio do MERCOSUL. Membro da Drug Watch International. VOTE SENADOR no.700.

Membro do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro (CEE/RJ) de maio de 2007 a maio de 2008, diretor internacional de Infraestrutura da Câmara de Comércio do MERCOSUL e membro da Drug Watch International, o educador Carlos Dias defende uma grande reforma para melhorar a qualidade da educação fluminense, que tem amargado colocações ruins nas avaliações aplicadas pelo Ministério da Educação. No mês assado, dois dados deixaram a rede estadual em estado de alerta. A rede pública do Rio de Janeiro mantida pelo governo do Estado ficou em penúltimo lugar no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino médio, ficando apenas na frente do Piauí. Além disso, no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), as escolas estaduais ocuparam mais de 90% das piores posições. Carlos Dias defende uma reforma no sistema de ensino do Brasil que dê maior autonomia aos estados e que promova uma simbiose entre o setor público e o setor privado na educação básica.

“Por que o ensino de pessoas carentes, que precisam de maior atenção do Estado, deve ser feito exclusivamente em escolas públicas? O Governo gasta de 15 a 20 milhões de reais na construção de cada unidade e depois não tem condições de selecionar os professores. Ao mesmo tempo, há vagas ociosas no período da tarde e da noite em escolas que são privadas ou filantrópicas. Por que não comprar vagas na rede privada?”, sugeriu Carlos Dias, cobrando salários melhores e valorização para o magistério.

Nesse sentido, o autor da Lei do Ensino Religioso faz uma analogia com o Sistema Único de Saúde (SUS) que desenvolve convênios com vários hospitais filantrópicos.

“Como funciona o SUS? Ele tem uma rede paralela para a qual a Constituição garante uma equidade em relação ao Sistema de Saúde Público, integrando pelas entidades filantrópicas. Eles contratam serviços de hospitais sem fins lucrativos. E por que não podemos fazer o mesmo na educação?”, assinalou.

Dentro deste contexto, Carlos Dias propõe, ainda, a concessão de crédito às instituições de ensino, principalmente para que as unidades consolidadas no mercado sejam estimuladas a investir em educação à distância. Em sua entrevista concedida à FOLHA DIRIGIDA, Carlos Dias destacou a importância do CEE/RJ para a melhoria da qualidade da educação fluminense, frisando a necessidade da concessão de maior autonomia ara o órgão.

“O Conselho precisa ter autonomia administrativa e financeira, completou o ex-conselheiro”.


Ao longo destes últimos 16 anos venho me dedicando a política em nosso Estado do Rio de Janeiro e no Brasil. Actuei como Deputado Estadual de 1999 a janeiro de 2003. Fui Secretário Municipal de Trabalho e Renda em 2000 na prefeitura do Rio de Janeiro e, hoje, sou suplente de Deputado Federal.Nestes anos todos, me dediquei com afinco à missão de enfrentar as forças que aprisionam o nosso povo no atraso educacional e na miséria material. Institui, por lei, o Ensino Religioso Confessional nas Escolas Públicas do Estado do Rio. Sou autor de 26 leis e de uma produção legislava consistente reconhecida pela classe política e introduzi no debate político. Durante meu mandato pude dar oportunidade para 30 mil pessoas se profissionalizarem e buscarem emprego. Na defesa dos mais excluídos agi com firmeza entendo que a pessoa além da dimensão material tem o alicerce espiritual a ser recuperado e, assim, corajosamente construí uma Capela no presídio Evaristo de Morais e três sala de formação profissional colaborando com a Pastoral Carcerária. Defendi no limite de forma incansável a vida e a família com ações, inclusive na justiça, onde obtive o primeiro habeas corpus no Brasil para uma criança que seria abortada (1999). Recuperei a parte física da Casa de Emaús. Equipei Centros de Formação do Banco da Providência com computadores e máquinas de costura entre outras ações relevantes. Nunca revelei isso, mas foram investimentos diretos realizados em favor dos serviços da Igreja Católica aos que mais precisam no montante de R$16.000.000,00 (dezesseis milhões), apenas no meu mandato como Deputado Estadual.Hoje, me dirijo a vocês, ancorado na minha fé inabalável no Senhor Jesus, que me motiva a enfrentar diversos desafios, para comunicar que irei disputar pelo Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB) uma das vagas ao Senado. Tenho experiência, serviço prestado comprovado e, modestamente, uma vida na política limpa e honrada.Reconheço o peso da missão, mas sei que juntos podemos realizar um grande projeto de transformação do Brasil e recuperar os valores Cristãos que um dia formaram a base de nossa sociedade.Peço o seu voto, seu apoio e sua divulgação. Muito obrigado.
SENADOR CARLOS DIAS (PTdoB) no. 700.


Conheça mais sobre Márcio Pacheco.


Márcio Pacheco: Ética, Juventude e experiência na política do Rio de Janeiro.

Márcio Pacheco é Vereador da cidade do Rio de Janeiro, em seu segundo mandato, e Advogado formado pela PUC/RJ sendo Pós-graduado em Políticas Públicas pela Universidade Cândido Mendes. Hoje é candidato a Deputado Estadual no Rio de Janeiro com o nº 20.010.

Ainda jovem, Márcio Pacheco descobre com seu pai, um grande conhecedor e apreciador de Bossa Nova e MPB, um dos grandes dons de sua vida: a música. E é justamente através da música que acontece sua conversão de vida e o início de sua caminhada como Evangelizador Católico.

Sua missão evangelizadora começou junto com seu irmão gêmeo Frederico Cruz (hoje vocalista da Banda DOM). Ambos integravam o grupo DISPA (Discípulos de São Paulo Apóstolo) que fazia parte do grupo jovem da paróquia São Paulo Apóstolo em Sorocaba.

Quando Deus entrou em minha vida, Ele mudou a minha história. Foi aí que a verdadeira música aconteceu: a música de evangelização,revela Márcio Pacheco.Em 1992 acompanhado de sua família se muda para o Rio de Janeiro. Em 1995 conheceu a Comunidade Bom Pastor na Paróquia Nossa Senhora de Copacabana e logo veio a participar de seu ministério de música. Tendo sido um dos fundadores da Banda Bom Pastor, Márcio Pacheco permanece como um dos seus integrantespor 8 anos.

Nessa época, ao lado de grandes lideranças da Arquidiocese do Rio de Janeiro como o Padre Zeca, foi um dos idealizadores do maior evento de evangelização de jovens do Brasil o “Deus é Dez!” que reuniu na praia centenas de milhares de jovens em todas as suas edições. Como Missionário da Música, Márcio Pacheco se apresentou em todos os Estados do Brasil realizando shows e pregações de Norte a Sul do Brasil. Em 1995 participou do CD Koinonia com a Banda Bom Pastor gravando a música Sentido a Vida. Compositor de várias músicas conhecidas como Deus é Dez, Seu amor é demais, Coração Adorador dentre outras, suas canções já foram gravadas por vários artistas católicos como Banda Bom Pastor, DOM, Flavinho, Padre Marcelo Rossi, Padre Reginaldo Manzotti. Participou ainda da gravação vários CDs com artistas como Adriana, Banda Em nome do Pai, Banda Canto Novo, Celina Borges, Martin Valverde, Roberto Carlos, Angel´s, dentre outros. Seu primeiro CD solo “Coração Adorador”, que traz músicas de sua autoria e também conta com algumas parcerias, teve seu lançamento em dois eventos, um no dia 15 de novembro de 2007 no Cenáculo da Renovação Carismática Católica no Maracanãzinho, evento que reuniu mais de 10 mil pessoas no Rio de Janeiro; e outro em Março de 2008 na Canção Nova com a participação de Ricardo Sá cantando a música "Quem tem Jesus tem Tudo" e Padre Fábio de Melo cantando Coração Adorador com transmissão ao vivo pela TV Canção Nova para todo o Brasil. Na vida pessoal vem trilhando um projeto de evangelização há 20 anos em comunidades católicas e, atualmente, tendo sido voluntário da Rádio Catedral 106,7 FM, da TV Canção Nova e da TV Século 21.

No ano de 2002, Márcio Pacheco recebe o convite para ser o Diretor mais jovem da história do DETRAN do estado do Rio de Janeiro assumindo o comando da Ouvidoria do órgão tendo de destacado como um gestor eficiente e moderno. Em 2004, Márcio Pacheco disputa sua primeira eleição para vereador da cidade do Rio de Janeiro pelo PSC – Partido Social Cristão tendo sido eleito com mais de 15 mil votos.

Causas centrais na vida política de Márcio Pacheco: a Defesa da Vida e a Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

Seu primeiro mandato é marcado pela defesa da juventude, dos valores da família, da proteção do idoso, e acima de tudo, por 2 causas que são centrais na vida política de Márcio Pacheco: a defesa da vida quando funda e preside a Frente Parlamentar em Defesa da Vida da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro e a defesa dos direitos das pessoas com deficiência quando preside a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência da Câmara do Rio empenhando-se contra o fechamento da Apae/RJ. Trabalhou pelo impedimento da remoção de 300 idosos do abrigo Cristo Redentor que a época estava ameaçado de fechamento.

Criou e aprovou a Lei 4.321, instituindo bolsas de estudo para pessoas com deficiência e a Lei 4.190, estabelecendo a “Semana do Artista Especial”.

Produziu e distribuiu gratuitamente manuais sobre o respeito à diversidade e criou uma CPI para investigar discriminação e irregularidades no ParaPan Americano.

Apresentou, até o momento, mais de 70 projetos, entre leis, resoluções, decretos e emendas, dos quais 30 já estão em pleno vigor.

Presidiu a “Comissão Especial da Juventude”, na qual denunciou os programas que não funcionam para os jovens e criou leis para retirar pessoas das ruas, educá-las e inseri-las no mercado de trabalho.

Defende o Ensino Religioso Confessional, os valores familiares e os Direitos Humanos.
Ao lado de sua esposa, Vanessa Basoni Pacheco, fundou o Instituto Eu Defendo tendo como objetivo a busca pela defesa e a valorização da pessoa humana, desde a concepção até a morte natural.

Fruto do trabalho do Instituto Eu Defendo e de mais de 200 voluntários em todo o Rio de Janeiro foram coletadas mais de 100 mil assinaturas contra a aprovação da descriminalização do aborto no Brasil.

Como vereador apresentou projetos de lei estabelecendo 25 de março como o Dia do Nascituro e 8 de outubro como Dia do Direito à Vida.

Como reconhecimento à luta empreendida em favor da pessoa com deficiência, foi convidado a assumir como Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência.

Em 2008, com o lema “Vote a favor da Vida!” foi reeleito com quase 30 mil votos sendo o vereador mais votado de seu partido em todo o Brasil. Com a vitória do Prefeito Eduardo Paes, como reconhecimento à luta empreendida em favor da pessoa com deficiência, foi convidado a assumir como Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência.

Sua gestão como secretário municipal foi marcada por medidas de modernização, aperfeiçoamento, expansão e melhoria dos serviços prestados à população com deficiência do Rio de Janeiro.

Em sua passagem como secretário, priorizou a mobilidade urbana e a melhoria dos meios de transporte sendo que o número de ônibus adaptados para pessoas com deficiência saltou de 47 para mais de 500.

Integrou ativamente a comissão governamental que conquistou os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 para a cidade do Rio de Janeiro apresentando o Projeto “Rio para Todos” com foco na preparação do Rio de Janeiro para a Copa de 2014 e para o Rio 2016.

Teve grande preocupação na elaboração de políticas inclusivas das pessoas com autismo criando e inaugurando o CEMA RIO – Centro de Atenção a Pessoa com Autismo atendendo na sua abertura mais de 50 crianças com autismo e suas famílias.

Atualmente é o vice-presidente da Comissão de Esportes e da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência da Câmara do Rio do Janeiro.

Em 2010, com seu apoio e seu voto, Márcio Pacheco como político comprometido com a vida dará mais um passo com sua eleição como Deputado Estadual do Rio de Janeiro tendo seu projeto político fundamentadosobre 5 raízes:

I – defesa da vida no combate intransigente ao aborto no Brasil;

II – proteção da criança e da adolescente através da educação e do combate às drogas;

III – defesa dos valores da família;

IV – proteção e defesa da dignidade dos idosos;

V – luta política que tem conduzido meus mandatos como vereador na cidade do Rio de Janeiro, a promoção de políticas públicas de inclusão social das pessoas com deficiência.

Vote Márcio Pacheco para Deputado Estadual nº 20.010 e faça do seu voto um VOTO A FAVOR DA VIDA!

Acompanhe mais pelo site: http://www.marciopacheco20010.com.br/20-razoes-para-votar/

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Não existe o direito de adotar filhos.

Há alguns dias, a Suprema Corte de Justiça da Nação (SCJN) do México, "mais uma vez, tomou uma decisão injusta respaldada pelos cânones da correção política" ao constatar a possibilidade jurídica de adoção de crianças por parceiros homossexuais, segundo já legislou a autoridade do Distrito Federal, segundo declara a ZENIT-El Observador o historiador e especialista em questões jurídicas Jorge Traslosheros Hernández.

ZENIT: Será que a Suprema Corte de Justiça da Nação "se esqueceu" do fim superior da adoção?

Jorge Traslosheros: A Suprema Corte, mais uma vez, tomou uma decisão injusta respaldada pelos cânones da correção política. Antes de pensar no interesse superior dos filhos, antes de deixar-se conduzir pela prudência que o caso exigia, como fizeram outros tribunais ao redor do mundo, longe de acolher a sabedoria que dá substância à justiça, deu prioridade à ideologia e criou, de fato, o "direito à adoção" como privilégio exclusivo das uniões homossexuais.

ZENIT: Mas, então, a adoção é um "direito"?

Jorge Traslosheros: É um direito que os heterossexuais, solteiros ou casados, unidos ou "juntados", nunca tiveram e ninguém deveria ter, por razões justas. Deu-se um passo adiante na consolidação da tirania dos supostos direitos no México, o que se alimenta da criação de grupos de privilégio que se constituem em uma autêntica casta de brâmanes.

ZENIT: Então o Direito é instrumento de uma tirania quando a teoria do Direito diz todo o contrário?

Jorge Traslosheros: A expressão "tirania dos direitos" deveria ser um oximoro, pois, em teoria, os direitos existem para proteger o cidadão contra as tendências autoritárias daqueles que exercem o poder. No entanto, é próprio da cultura dos políticos mexicanos criar grupos especiais de apoio, aos quais depois enchem de privilégios em detrimento do conjunto da sociedade.
Agora, por decisão da Assembleia Legislativa do Distrito Federal, dominada pelo Partido da Revolução Democrática - que não é nem uma coisa nem outra -, pelo governo da cidade e pela Suprema Corte de Justiça da Nação, deu-se um passo a mais no aprofundamento desta perniciosa tendência que não tem nada a ver com a democracia e que encontrou na chamada "ideologia do gênero" um impulso significativo.

ZENIT: Eles dizem que se está protegendo a equidade, a igualdade e a justiça, que o Direito está sendo bem aplicado. Você acredita nisso?

Jorge Traslosheros: Em teoria, o Direito deve criar um conjunto de direitos para toda a população, com o fim de garantir condições de igualdade, justiça e liberdade para qualquer pessoa, em razão de dois princípios: que todos somos iguais em dignidade e que o forte tem a obrigação de ajudar o fraco. Por isso mesmo, quando alguém se encontra em situação vulnerável, é preciso criar condições jurídicas especiais de equidade durante o tempo que for necessário, inclusive quando se torna permanente. Exemplos clássicos são a mulher grávida, os refugiados, os portadores de deficiência, os doentes e, de maneira especial, as crianças.
A razão de ser desta cultura jurídica é a pessoa. A cultura jurídica centrada na pessoa, como é fácil notar, está nas antípodas daquela que cria grupos privilegiados e que é própria dos regimes autoritários sem distinção.

ZENIT: Não se está protegendo a centralidade da pessoa quando se protegem os direitos dos homossexuais? Este é um argumento muito usado atualmente...

Jorge Traslosheros: Quando se abandona a centralidade da pessoa, então se usa o Direito para criar estatutos de privilégio que, por sua vez, encubram grupos específicos acima do conjunto da sociedade, gerando situações de injustiça e, por conseguinte, de violência. Com isso, obviamente, abandona-se a obrigação de proteger o fraco e se confirma a lei do mais forte. É o que acontece com o agora chamado "direito à adoção", criado supostamente para proteger o princípio de não-discriminação aos homossexuais. O "direito à adoção", por esta combinação com a não-discriminação, torna-se a obrigação da autoridade de entregar as crianças em adoção aos parceiros sexuais que solicitarem.

ZENIT: Voltamos ao tema de fundo, que está sendo "criado" um direito no México...

Jorge Traslosheros: É muito importante ter presente que o chamado "direito à adoção" nunca havia existido no México, porque se compreendia muito bem que os filhos não existem para satisfazer os desejos ou necessidades dos adultos, por mais legítimos e justificados que possam parecer. Por causa do interesse superior da criança, os processos de adoção eram regidos sob a lógica de que os adultos têm de se submeter a duras provas de idoneidade, em que os fatores de estabilidade emocional, social, econômica, conjugal ou pessoal têm um papel muito importante, entre muitas outras coisas. Os adultos, então, não exerceram jamais direito algum à adoção. Muito pelo contrário, tiveram de demonstrar nos fatos que, fora de ideologias e muito além de qualquer dúvida, são aptos para assumir um filho com plena responsabilidade.
A paternidade, como bem sabemos, é um dom e uma responsabilidade, não um direito em si. De qualquer forma, seria consequência e sempre sujeito ao exercício da responsabilidade. Como se percebe, já que o interesse superior da criança manda, o "direito à adoção" não deve existir para ninguém independentemente de sua qualidade, condição, religião, etnia ou preferência sexual. Os filhos não são coisas para satisfazer as necessidades dos adultos.

ZENIT: Mas as coisas já não serão assim daqui para frente...

Jorge Traslosheros: De fato. Os casais homossexuais exercerão o privilégio exclusivo do "direito à adoção" e quem lhes negar isso poderá ser acusado de discriminação por razões de preferência sexual. Quem o fizer, poderia sofrer castigos penais e administrativos que, de fato, já estão sendo preparados na Cidade do México, seguindo modelos europeus. Isso não é ficção. Em vários países da Europa, já é uma realidade. Na Inglaterra, por exemplo, há pouco tempo uma criança foi tirada dos cuidados dos seus avós - que exerciam o direito da criança a uma família - pela decisão de um juiz de entregá-la em adoção a um casal homossexual. Frente às reclamações, os avós foram ameaçados de ser proibidos de visitar o neto, porque promoviam um discurso de ódio. Da mesma forma azarada, orfanatos privados tiveram de fechar porque este direito transformou a negativa de entregar as crianças a homossexuais em um crime, sem importar muito a idoneidade dos solicitantes. Os casos se multiplicaram. Estes são apenas alguns exemplos.

ZENIT: É possível chamar isso de democracia?

Jorge Traslosheros: A tirania dos supostos direitos, enraizada na autoritária cultura política mexicana, continua avançando em nosso país. Aos muitos grupos de privilégio que já existem, agora se soma o dos homossexuais. Trata-se de estatutos de privilégio inaceitáveis em uma sociedade que aspira à democracia e à justiça. Aqui, não importa se estes grupos são LBTTGI (lésbico, bissexual, transexual, transgênero, gay, intersexual), sindicalistas, políticos, religiosos ou de qualquer tipo, pois, sem exceção, na medida em que se impõem ao resto da sociedade, geram uma lógica de força que fere cada pessoa e a todas as pessoas. Uma sociedade com aspirações democráticas deve se afastar o máximo possível da lógica autoritária e construir uma cultura jurídica centrada na pessoa.

ZENIT: Como tantas vezes no México, estamos colocando o carro na frente dos bois...

Jorge Traslosheros: Jesus de Nazaré bem disse que o sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado; assim, na mesma lógica, podemos afirmar que os direitos devem estar ao serviço das pessoas, e não as pessoas ao serviço dos direitos. É muito grave a decisão da Suprema Corte de Justiça da Nação, que avaliza o legislado e decidido na Cidade do México, pois colocou o Direito ao serviço de um grupo de privilégio. Contra sua obrigação de velar pela justiça, coadjuvou fortemente à consolidação da tirania dos direitos em nosso país.