domingo, 17 de maio de 2009

Jairo Paes de Lira assumiu o mandato assume e promete ‘linha dura, mas com coração suave’


Paes de Lira (PTC-SP) assumiu, na tarde desta terça-feira (24), o mandato de deputado federal como suplente de Clodovil Hernandes (PR-SP), que faleceu na semana passada.
Após a posse, Lira, ex-coronel da Polícia Militar de São Paulo, aceitou o rótulo de “linha dura”, mas disse ter o “coração suave”.
Ele teve cerca de 7 mil votos, enquanto Clodovil chegou perto da marca de 500 mil.
“O rótulo de linha dura eu aceito. Continuo a ser linha dura na defesa do interesse do povo brasileiro. Linha dura sim, mas de coração suave”, afirmou o novo deputado.
Lira reafirmou sua posição contrária à união civil entre homossexuais e ao aborto. Defendeu também a redução da maioridade penal para 16 anos.
“É uma necessidade antiga da sociedade, nós não estamos ouvido os gritos que vêm das ruas. Se, com 16 anos, a pessoa pode eleger o presidente da República, tem também discernimento para responder por seus atos”.

Apesar de recusar a consideração de “antítese” de Clodovil, disse ter valores diferentes do deputado falecido.

Temos modo de vida diferentes, crenças e posições distintas”.

Católico praticante , Lira disse que os valores da Igreja irão auxiliá-lo no desempenho do mandato. Lira não deve ficar com o gabinete de Clodovil, uma vez que existe uma lista de parlamentares pleiteando vagas no anexo IV, onde fica o local.
Mesmo assim, o ex-coronel afirmou que não manteria a decoração feita pelo colega, que incluía uma mesa com suporte de uma cobra.
“Meu gabinete terá uma decoração normal. A decoração dele era pessoal, era a decoração do Clodovil”.
Obs : É com alegria que esse blog publica a posse de um parlamentar católico que demonstra em suas declarações ao que veio. Clamamos a Deus pelos parlamentares católicos que como Paes de Lira destacam-se o brilhantissimo Miguel Martini , Hugo Leal , Leandro Sampaio entre outros juntamente com o senador Gim Argelo.

domingo, 10 de maio de 2009

22.308 novos católicos na China desde começo do ano

Numerosos estudos indicam há anos: a China vive um «despertar das religiões» e , se a sede espiritual dos chineses «beneficia» todas as religiões e movimentos religiosos , parece que são as Igrejas cristãs, especialmente as protestantes, que atraem o maior número de novos crentes.
Um artigo recentemente publicado pelo jornal católico XindeA fé»), citado por Eglises d'Asie, informa que a Igreja Católica não se mantém à margem desta tendência e indica que o número de batismos está em alta, dado que a Igreja sabe mostrar-se empreendedora no campo da evangelização.
Onde as catástrofes naturais, tais como o terremoto de Sichuan, fazem estragos, o número de catecúmenos está também em crescimento.
Em um artigo publicado em 22 de abril, Xinde, que se edita em Shijiazhuang (Hebei), indica que, desde o começo deste ano, 22.308 pessoas foram batizadas na fé católica na China.
Este cálculo recolhe dados proporcionados por 90 das 97 dioceses da parte oficial da Igreja e, portanto, não leva em conta os batismos administrados na parte clandestina da Igreja.
Indica que os números comunicados por certas dioceses são incompletos e só refletem os batismos celebrados nas paróquias dos grandes centros urbanos.
Seja como for, o número de batizados aumentou este ano cerca de 40% em comparação com os números do ano passado.
Concretamente, parece estranho que uma catástrofe natural, como o terremoto que arrasou uma parte de Sichuan, em maio de 2008, contribua para levar novos fiéis à Igreja. Mas o jornal informa que, com 390 batizados, o número de novos católicos se duplicou neste ano na diocese de Chengdu.
Segundo o Pe. Peter Wu Xianliang, de Chengdu, as pessoas que viveram a provação deste terremoto experimentam uma maior necessidade de apoio espiritual e religioso.
Na diocese vizinha de Chongging, também duramente atingida pelo sismo, foram realizados 1.400 batismos na Páscoa, o que supõe um número três vezes superior ao do ano passado.

Muitos abandonam a Igreja “talvez porque nunca entraram nela”, diz cardeal

Dom Odilo Scherer fala sobre a iniciação à vida cristã

“Por que muitas pessoas abandonam a Igreja ?
Talvez porque nunca entraram nela, de fato”, considera o arcebispo de São Paulo.
Dom Odilo Scherer comenta na edição desta semana do jornal arquidiocesano “O São Paulo” o tema da iniciação à vida cristã, tratado recentemente pelos bispos do Brasil em assembleia geral.
O cardeal explica que se ouve sempre falar dos “sacramentos de iniciação cristã” : Batismo , Eucaristia e Confirmação.

“Na verdade, porém, um verdadeiro processo de iniciação à vida cristã geralmente não acontece, ou apenas acontece um pouco”.

Por isso temos tantos católicos apenas ‘nominais’, que nunca foram introduzidos nos ‘mistérios da fé’ e não conhecem sua fé, nem a proposta de vida eclesial, nem têm condições de apreciar a verdadeira beleza e o valor da vida cristã. Não é bem isso que faz falta em nossa Igreja ? ”, questiona.

Segundo o arcebispo, a transmissão da fé já não acontece mais “automaticamente”, “como talvez acontecia em outros tempos e em lugares do interior”.

“A grande cidade oferece tantas opções e alternativas, sobretudo a de não se ligar a nenhuma Igreja ou prática religiosa”.

Dom Odilo explica que na recente assembleia da CNBB, os bispos, ao tratarem da ‘iniciação à vida cristã’, “falaram de um novo método de evangelização, mais adequado às nossas condições e necessidades atuais. É a necessária ‘conversão pastoral’ que precisamos fazer”.
A vida cristã é uma experiência vivida: então as pessoas precisam ser ajudadas a realizar essa experiência de maneira válida e eficaz. É também um caminho: pois então, é preciso empreender o caminho e andar por ele, descobrindo, pouco a pouco, para onde ele leva”, afirma o arcebispo.

A vida cristã “é ainda um ‘discipulado", uma experiência dinâmica e envolvente; e, como nos recomendou a Conferência de Aparecida, aprende-se a ser discípulo na medida em que se está com o Mestre”.
A iniciação à vida cristã é “um processo gradual e progressivo de evangelização, de conhecimento de Jesus Cristo, de envolvimento com ele e com a comunidade eclesial, na qual se vai entrando passo a passo. Vale para quem já foi batizado, mas não evangelizado; e vale ainda mais para adultos que ainda não foram batizados e o desejam”.

“Esse método coloca diante dos olhos o mistério de Deus, que se manifesta no mistério de Cristo, caminho , verdade e vida , Aquele que tem ‘palavras de vida eterna’.
Jesus é o rosto humano de Deus e o rosto divino do homem e está no centro de nossa experiência de fé cristã. Nós não nos relacionamos com teorias e verdades abstratas, mas com a pessoa de Jesus Cristo, crucificado, morto e ressuscitado.”

O cardeal Scherer considera que, para “sermos uma Igreja em estado permanente de missão, precisamos inovar em nossos métodos de evangelização; caso contrário, continuando simplesmente nosso ritmo, atingiremos sempre menos pessoas”.

Obs : Parabéns a colocação do Cardeal Odilo Scherer é preciso acabar com discursos e sair em busca daqueles que estam sedento de Deus , não sabendo aonde encontra-lo.
A espiritualidade não é cartilha baseada em novidades , pois Deus sempre nos renova para a mesma missão : discipulado da oração e identidade cristã.
Que Deus possa nos dá presbiteros santos e comprometido com a evangelização na sua essencia.
E aos "católicos" que abandonaram a IGREJA toma o mesmo caminho de Judas , Martin Lutero , seguindo até os tempos de hoje , que retomem o verdadeiro caminho da una , santa , apostolica e CATÓLICA.
Shalon !

sexta-feira, 8 de maio de 2009

O QUE É LITURGIA?

Liturgia vem do grego (litourgia) que, em sua origem, indicava a obra, a ação ou a iniciativa assumida livremente por um particular (indivíduo ou família) em favor do povo, do bairro, da cidade, do Estado.
Com o passar do tempo a mesma obra, ação, iniciativa, perdeu quer por institucionalização, quer por imposição o seu caráter livre e, assim, passou a ser chamado de liturgia qualquer trabalho que fosse um serviço mais ou menos obrigatório prestado ao Estado ou à divindade (serviço religioso) ou a um particular.
Na tradução grega do Antigo Testamento (AT) chamada dos LXX, liturgia indica sempre, sem exceção, o serviço religioso prestado pelos levitas a Javé, primeiro na tenda e, depois, no templo de Jerusalém.
No Novo Testamento (NT) - evangelhos e escritos apostólicos - esse termo não tem o mesmo sentido de culto como no AT, onde estava extremamente ligado ao culto do sacerdócio levítico, pois esse serviço não tem mais sentido no NT.
Porém, reaparece nos escritos extrabíblicos de origem judaico-cristã, onde se refere claramente à Celebração da Eucaristia.
A Liturgia é ação (celebração) sagrada da Igreja, pela qual os fiéis glorificam a Deus e são santificados por ele, em Cristo, feita com palavras e sinais sensíveis. É uma reunião de pessoas pela fé em Jesus Cristo no Espírito Santo, povo sacerdotal, chamado por Deus a colaborar na salvação da humanidade.
A celebração litúrgica é entendida como um mistério, pois nela e por ela participamos da vida de Cristo. Celebrar a liturgia é fazer memória do mistério pascal da paixão, morte, ressurreição e gloriosa ascensão de Jesus Cristo, lendo ao mesmo tempo o livro da Bíblia e o livro da vida, anunciando a morte e proclamando a ressurreição de Cristo e do povo unido a ele.
Fazer memória é trazer para o presente um fato acontecido no passado, no qual se experimentou e reconheceu a ação salvífica de Deus por causa da aliança que realizou com seu povo, fazendo isso, temos a certeza de estarmos hoje participando deste mesmo acontecimento e de seus efeitos salvíficos.
O fato que rememoramos na celebração litúrgica é o mistério pascal de Jesus Cristo, ou seja, a sua paixão, morte, ressurreição e ascensão gloriosa, manifestação salvífica e amorosa do Pai para com a humanidade. Por isso, a cada liturgia dizemos: Anunciamos Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição.
Vinde, Senhor Jesus!
A Missa ou Celebração da Eucaristia é o ponto alto da liturgia.

terça-feira, 5 de maio de 2009

CNBB quer padres para uma Igreja com espírito missionário

Episcopado aprova novas diretrizes da formação presbiteral

Os bispos no Brasil aprovaram no início da noite de ontem as novas diretrizes da formação presbiteral no Brasil, um texto que visa a formar sacerdotes para uma Igreja com renovado espírito missionário.
O novo documento, que será publicado em alguns meses, após aprovação da Congregação para a Educação Católica, atualiza as diretrizes atuais, em vigor desde 1995.
O texto que segue para a Santa Sé aplica no campo da formação dos padres as intuições e indicações da Conferência de Aparecida, que advoga por uma Igreja mais discípula e missionária de Cristo.
Com pouco mais de 300 parágrafos e dividido em três grandes partes, o documento trata dos fundamentos da formação presbiteral, da formação seminarística e da formação permanente.
O presidente da comissão de redação das diretrizes, Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Teresina (Piauí), explicou que durante todo trabalho preparatório do texto foi cobrada de sua equipe a questão da formação permanente.
Trata-se não apenas de formar novos sacerdotes na dinâmica do discípulo-missionário, mas de atualizar o clero para uma Igreja que sai ao encontro das pessoas.
Essa perspectiva alinha-se com outro tema tratado pela assembleia plenária, a iniciação cristã, que, na mesma dinâmica apontada por Aparecida, chama a um catecumenato voltado para a evangelização, que envolve toda a comunidade; explicou o responsável pelo tema na Assembleia, o doutor em catequese Pe. Luís Alves de Lima.
As novas diretrizes da formação dos sacerdotes dão destaque à dimensão humano-afetiva, já que, como explicou o secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara, os seminaristas “não são jovens de outro mundo”.

“São jovens provenientes das famílias que nós temos, com todas as crises a que estão submetidas em nossa sociedade. Eles vêm de um mundo pluricultural, globalizado, individualista, violento, marcado pela desvalorização da dignidade da pessoa humana, pelas tecnologias da informação, pela internet”, disse.

A dimensão humano-afetiva na formação vincula-se a outras quatro dimensões: comunitária, espiritual, intelectual e pastoral.

“Não dá para pensar uma desligada da outra”, disse Dom Sérgio da Rocha.

Uma das novidades do texto é a indicação do chamado Ano Pastoral, que complementaria a formação que envolve o Propedêutico, a Filosofia e a Teologia.
A ideia é que este ano sirva para despertar o espírito missionário nos seminaristas.
Haverá a possibilidade deste Ano Pastoral se cumprir em regiões de missão, com a Amazônia, por exemplo, onde há escassez de sacerdotes, ou em ambientes missionários como entre os mais pobres, nas áreas rurais, nos grandes centros urbanos, nos meios de comunicação, ou ainda seguir um modelo mais tradicional de intercâmbio entre dioceses ou mesmo em diferentes regiões da própria diocese.
Em linha com as orientações da Santa Sé sobre psicologia e seminaristas, lançadas no final do ano passado, as diretrizes apontam que a colaboração de psicólogos é benéfica na formação de padres que tenham tanto uma vida espiritual rica como uma maturidade psicológica e afetiva que os permita viver com equilíbrio a vocação.
O novo documento da CNBB foi aprovado por unanimidade pelos 267 bispos que compunham o plenário ontem, no mosteiro de Itaici (Indaiatuba, São Paulo). A 47ª Assembleia Geral do episcopado encerra nesta sexta-feira.

Iniciação cristã : precisamos nos voltar para a evangelização , diz especialista

Um especialista da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) considera que a Igreja deve enfatizar o aspecto evangelizador e missionário na iniciação cristã.
Padre Luís Alves de Lima , doutor em catequese e diretor do Instituto Teológico Salesiano Pio XI, apresentou na 47ª Assembleia Geral do episcopado um texto intitulado “Iniciação à vida cristã”, que futuramente será publica na série “Estudos da CNBB”.

“Nossa Igreja se estruturou em paróquia, diocese, um padre administrador zeloso, que administra os sacramentos”, explicou o sacerdote hoje a Zenit.

Brinca-se dizendo que o modelo de Igreja hoje é aquele em que nós, padres, ficamos sentados na Igreja esperando que o povo venha. Esse modelo de Igreja não funciona mais. Nós precisamos ir ao povo.”

Segundo padre Lima, o modelo de Igreja muda quando se toma a iniciação cristã como um aspecto central.

“Conheço Igrejas na África estruturadas em cima do catecumenato. Vi em Angola uma paróquia com 5 mil catecúmenos”, disse.

“Nós precisamos nos voltar para a evangelização. Fazer com que as pessoas tenham uma experiência de Jesus Cristo. E o processo é esse da iniciação.”

De acordo com o sacerdote, a iniciação cristã trata-se de “um processo complexo, que vai além da simples catequese”.

“Um catequista com sua turma de crianças e jovens. Esse modelo está superado. Não é só isso. Trata-se de um processo no qual está envolvida toda a comunidade. Quando nós tomamos a sério o processo de iniciação cristã, nós renovamos a face da paróquia e da diocese”, disse o sacerdote.

IGREJA EM EL SALVADOR COMEMORA PROIBIÇÃO DE MATRIMÔNIOS HOMOSSEXUAIS

A Igreja Católica em El Salvador comemorou , neste domingo , a aprovação, por parte do Congresso , das emendas constitucionais que proíbem a celebração de matrimônios entre pessoas do mesmo sexo , bem como as que permitem as "escutas" telefônicas , desde que com ordem judicial.
O arcebispo da capital salvadorenha, Dom José Luis Escobar Alas , manifestou sua confiança em que tais modificações da Carta Magna sejam ratificadas pela nova Assembleia Legislativa , que iniciou , neste 1º de maio, seu período de três anos de legislatura.

"De modo especial, somos gratos aos senhores deputados de todos os partidos , por terem aprovado essa emenda (sobre a união entre homossexuais). Como tivemos ocasião de explicar , não se trata de exclusão nem de discriminação , mas sim da afirmação de valores humanos" – sublinhou o prelado.

Os deputados aprovaram por unanimidade a reforma de três artigos da Constituição, que estabelecem o reconhecimento exclusivo do matrimônio entre um homem e uma mulher "nascidos tais", e proíbem a adoção de crianças por parte de casais homossexuais.
Após a tomada de posse das autoridades municipais, neste 1º de maio, os salvadorenhos se preparam agora, para a tomada de posse do novo Executivo – Maurício Funes – em 1º de junho próximo.
Será a primeira vez, na história do país, que um ex-guerrilheiro da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) chefiará o Governo.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Aprovado PL que garante adicional para vigilantes

(17/04/2009 - 19:01)
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei , de autoria da deputada federal Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) , que institui o adicional de periculosidade de 30% sobre o salário do vigilante e empregado em transporte de valores.
Como tramitava em caráter conclusivo nas comissões, a matéria segue agora ao Senado.
O parecer favorável do relator Geraldo Pudim (PMDB-RJ) foi ao substitutivo feito na Comissão do Trabalho que engloba os projetos de Vanessa e outro de autoria do deputado Nelson Pellegrino (PT-BA).

O deputado e jurista Flávio Dino (PCdoB-MA) foi um dos articuladores da aprovação do projeto na CCJ.

Na sua justificativa, a deputada Vanessa diz "que o próprio INSS já reconhece a profissão como atividade de risco notório ao conceituar guarda, vigia e vigilante".
Segundo o órgão, pessoa contratada por empresa especializada em vigilância ou transporte de valores, "estando devidamente autorizado a portar e utilizar-se de arma de fogo, fica com sua integridade física exposta a risco habitual e permanente."
Numa decisão, a deputada lembrou que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) também já considerou a situação de risco dos profissionais vigilantes concedendo benefícios por tempo de serviço, apesar deles não constarem na lista das profissões consideradas perigosas.

"Por fim, resta argumentar que o risco da atividade pertence ao mundo natural dos fatos e que a atividade recorrente é notoriamente perigosa, não só porque trabalha portando arma de fogo, mas também porque seu labor é proteger pessoas e patrimônio numa sociedade em crescente escala de violência", disse a deputada.